Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

ELE DIZ

Coisas do Social, Internet e Media! Humor Q.B.

ELE DIZ

Coisas do Social, Internet e Media! Humor Q.B.

Poema?

...Poema era a tua mão na minha
Caminhar contigo juntos até à China...
E Depois?
Depois voltar!

A perda da inocência.

Cabras ou Donzelas?

Preso entre espartilhos assim me sinto, minto, o espaço, esse, teima em abrir as águas pelas quais te sinto navegar sem rumo, prumo! Esse que de forma direita acaba sempre por desaguar em águas tortas, mortas, sem ar para respirar assim me sinto, minto, é apenas a vontade de ficar!
Queres ficar? Eu sei a resposta, mas teimo em perguntar, ventos passageiros de norte, traçam a nossa sorte a procura de um cais para ancorar.
Qual Atlântida prometida, nem que fosse de forma vendida, gostaria de a encontrar, envolto num cativeiro, eu vi ao longe um marinheiro que prometeu não me deixar naufragar.
Tudo mentiras ténues sem maldade, dão cabo da suposta felicidade, que juram a pés juntos sempre chegar, calma isso passa dizem elas, hipócritas sentinelas do mal dos outros a se alimentar, dizem: ohhh isso são novelas, de quem adora angustiar, cabras, ou simples donzelas, não posso contar com elas, pois não estão aqui para conversar.
Nunca me perguntaste quem eu sou, de onde vim, para onde eu vou. 
Fraquezas de quem me sinto, minto, essa hora não vai chegar!

Entretanto continuo a pensar.

Primavera

A balbuciar palavras assim me sinto, qual poeta com papel mas sem saber o que escrever, viver. Assim entre pensamentos repetidos dou por mim a voltar ao mesmo, qual ciclo vicioso que promete a esperança matar, essa que deveria morrer ao sabor do inverno, mas nem com a primavera a despertar se encerra num ciclo que a viu nascer.
Sim, é para ti que falo, tu que me escutas sem saber, que me tens em memórias a desfazer, por entre raios de claridade, humanidade, essa que volta sempre a cometer, aquilo que a motiva a fazer das fraquezas do pensamento enlouquecer, pára de escrever, aquilo que não queres ler, sim apenas absorver, numa manhã irá desaparecer assim como suavemente entrou, vou! Mas segue-me para onde eu vou, bruma pálida de prazer, esse que me faz querer parar como comecei, ponto já o dei, quando irá efectivamente o ser?

Delírios de quem nunca fui...

Trabalho encefálico

Sim eu sei que prometia que voltava, mas isto tem de ser feito de forma gradual, que o tempo de adaptação é complicado, uma dosagem  excessiva de escrita pode ser fatal na frágil vida de um blogger moribundo.
Reza a lenda que apenas os fortes sobrevivem, espero também eu sobreviver que esta semana tem sido um cargo de trabalhos e isto para amanha se libertar tudo numa horita. 
Enfim, actividades de quem não tem mais nada que fazer, e que faz aquilo que bem quer  e lhe apetece. Viver a vida realmente da forma que uma pessoa quer, é a melhor coisa que pode haver, mas raios partam esta vida que teima também a fazer-nos viver ao sabor do acaso, esse desgraçado que por vezes é pai e outras vezes padrasto.
E sim, acabo de escrever isto de uma assentada e estou a concluir que não sei ao certo o que acabei de escrever, mais logo volto a ler isto, pode ser que aprenda qualquer coisa com a minha veia de pessoa pouco ajuizada e que tem a mania que isto de ser espontâneo é mais fidedigno do que ser adepto ferrenho da razão processada com horas e horas de trabalho encefálico.

Voltei voltei, voltei de lá...

...ainda ontem estava ausente e já hoje estou cá!
Alguém me faz o favor de empurrar o senhor provedor do telespectador quando este for a passar a via pública?
Mas quem em perfeitas condições de saúde mental foi colocar o avô cantigas a falar sobre o que deve ser a televisão publica, mas um pouco e volta a missa aos domingos de manhã!
Quanto ao facto de andar ausente, podem ficar descansadas todas aqueles que se preocuparam comigo por andar desaparecido, obrigado pelos e-mails em que choravam quais marias madalenas para saber do meu paradeiro.
Ingratas, é o que são todas, bem que podia ter sido eu o empurrado na via pública que ninguém queria saber do que se passou, porcaria de tecnologia que torna as pessoas em bites de informação descartável que facilmente substituimos por outra quando a primeira desaparece.
A vontade de escrever é muita, porém a inspiração é pouca, mesmo assim acho que estou de volta!