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ELE DIZ

Coisas do Social, Internet e Media! Humor Q.B.

ELE DIZ

Coisas do Social, Internet e Media! Humor Q.B.

A vida está repleta...

Porque a vida está repleta de aparentes empatias. Porque a vida está repleta de aparentes ombros amigos. Porque a vida está repleta de aparentes compreensivos da nossa vida. Porque a vida está aparentemente repleta de pessoas que se preocupam connosco. Porque quando aparentemente tudo está bem, no final era apenas aparência e poucos são os que lá verdadeiramente continuam, quando do tudo, já não resta nada.

Sempre gostei de...

animais, especialmente de cães, que sempre estiveram presentes em casa dos meus pais.
Mas uma coisa que não sabia era que os animais poderiam ser um óptimo tema de conversa. Até aqui tudo bem, e devem estar a pensar os meus adoráveis leitores: Oh Ele Diz, deixa-te lá de tretas e explica onde queres chegar com isso agora, quando estamos prestes a terminar o fim-de-semana e o bem bom do descanso não estamos para que nos estejas aqui a enrolar com prosa que nada diz...
E respondo eu de bom grado, porque não quero que os meus leitores fiquem sem saber tudo aquilo que me coloca a pensar. Ora então não é que vi uns documentários de tubarões, de uma nova espécie ainda não catalogada até aos dias de hoje, e que ao que parece são constituídos, em parte, por matéria que muito se assemelha ao papel e numa  pequena variedade deles assumem também aspecto de PVC, (tipo plástico de telemóvel). Eu nunca pensei que iria passar algum tempo a discutir de forma humorística tubarões, mas tudo na vida muda, até o alvo das nossas atenções.

Sim, sou mesmo esse indivíduo da foto no perfil...

... eu sei que anda meio mundo desiludido, quase que prestes a lançarem os seus corpos de uma ponte abaixo, destroçados pela desilusão de o Ele Diz não ser a ultima gota de água no deserto.
Sim eu sou esse indivíduo da foto do meu perfil!

[Ele+Diz.png]
Ele Diz, o tal.
Peço que não cometam nenhuma loucura, olhem que a vida pode ser muito mais que seguir este blogue. Eu sei que as minhas ideias traduzidas em pensamentos roçam a perfeição, sendo que a minha imagem não acompanha de igual para igual o valor da mensagem, porém o que em ultima análise interessa é o meu conteúdo, não é? E eu estou em crer que tenho umas vísceras de altíssima qualidade.

Resolvi guardar as minhas palavras...

 ...apenas para ti, porém encontro em ti uma vontade nula de as ouvir, por vezes é assim, há mensagem, há emissor, fica a faltar quem escute o que dizemos. Talvez porque a vida não é um plano quinquenal, talvez porque do sonho e da ilusão não restam vestígios, talvez porque cada vez que colocamos um pé atrás começamos a voltar para o passado, com medo do futuro mesmo antes de saber o que ele nos reserva. Antes uma cadeira pelo ar em direcção a umas costas desprotegidas, do que a indiferença que um dia parece não ter existido.

A bem, ou a mal...

Estou neste momento com um desafio nas mãos, mas é óptimo sentir-me assim, testar os meus limites e saber de ante-mão que a coisa tem tudo para correr bem.
São estas coisas que me fazem adorar o meu dia-a-dia, pois todos os dias quase sempre implicam desafios, na procura de melhores soluções.

Um seguidor novo por dia...

... não sabe o bem que lhe fazia.
É este o lema do Ele Diz a partir de hoje. Um blogue sem leitores é como um autocarro sem combustível, tem lá a capacidade de levar muita gente, mas caso não a leve essa gente, perde por completo a rentabilidade e a poupança que lhe são atribuídos como factor competitivo.
Um blogue sem leitores, até pode ter os melhores posts do mundo, mas se ninguém os conhecer, então todas as palavras são em vão.
Estabeleci para comigo mesmo, a meta de ter em média um novo seguidor todos os dias, e para conseguir isso, em termos de blogue, significa que tem de andar sempre actualizado, pois é o combustível dos blogues. Sem coisas novas para os leitores, pura e simplesmente ninguém regressa para ler o mesmo de sempre.
Em termos práticos, significa que espero andar por volta dos 300 e muitos leitores lá para o final do ano. Quero ser realista, penso que este será um número ponderado para atingir.
Os blogues sofrem do sindrome de escalabilidade, ou seja, quando passam um determinado patamar de seguidores, o aumento visitas é cada vez maior, pois o número de links para o blogue multiplicam-se.

Enquanto hoje almoçava...

Enquanto hoje estava a almoçar, espreitava as noticias que estavam a dar, e como não podia deixar de ser, lá estavam as imagens de milhares de portistas a esperar pela equipa depois da vitória da taça de Portugal.
Confesso que quando vi aquilo o sentimento que apareceu em mim, é o de desprezo total por aquela gentinha de merda, de que o nosso país está repleta, que vibra com a porcaria do futebol.

Já não posso ver esta gente à frente, temos o país na merda, com o estado social cada vez mais em risco, temos de aumentar drasticamente a produtividade e acabar com a boa vida de milhões que se queixam, mas que não fazem nada, nem produzem a ponta de um corno, caso contrário o nosso PIB era bem superior.

Não me venha com a hitória de que culpa é do governo. O governo é reflexo da vidinha de merda dos portugueses, tipo de vida essa que nos tem mantido durante décadas apenas a boiar na água, sempre prestes a ir ao fundo.

Estou farto desta nossa mentalidade de coitadinhos e de vitimas do Estado.
Um colega meu anda farto de me dizer, e cada vez mais concordo com ele, temos um país feito de gente burra e acomodada, e esse é o nosso maior problema.

Doses incrementais de esforço

Sempre me fez confusão as reflexões compulsivas, pós atitudes, em que se coloca em causa uma determinada escolha, principalmente quando 1+1 é igual a 2, mas facilmente podemos juntar mais 1 para ser igual a 3. Porém apesar de termos a possibilidade de alterar uma jogada de forma tão simples, passamos os dias pensando porque é que 1+1 não é logo igual a 3, sendo preciso o factor de incremento de mais 1, para a coisa ficar correcta.
Sempre fui mais, de ver a coisa pelo lado do fogo, em que para o iniciar é preciso pouca matéria, o problema está em manter a fogueira a arder constantemente, ou seja, temos de ir adicionando sempre doses incrementais de esforço para manter o equilíbrio do que precisamos que seja durável.
Tudo o resto reside no reino das fés e das crenças, das quais há muito me afastei.

Desta foi de vez

Android 2.3.3
Já tinha tentado várias vezes mas acabava por desistir, pois nunca chegava a entender o porquê de a coisa nao estar a funcionar. Hoje finalmente peguei no raio do Android e lá consegui fazer a actualização do 1.6, para a mais recente versão 2.3.3 no meu Tattoo. Finalmente posso instalar a maior parte das aplicações do Android Market. Digamos que o telemóvel ganhou uma vida nova. A rom que instalei é a cyanogen 7. Porque a maior parte dos seguidores, deve achar isto que estou a escrever pior que chinês, não se preocupem, isto é apenas um isco para apanhar uns desesperados, que andem no google procurando por uma solução, tal como eu andei, e assim vêm aqui parar mais umas dúzias de caramelos, para somar no contador de visitas.

Agora vão aqui apenas mais umas palavras para o amigo google e reza assim: download, androot 1.6.2 beta 5, rom manager v4.2.0.2, e recovery clockworkmod 3.0.2.7


Sim, eu sou o vendido da blogosfera, que cede ao vil pecado de escrever para o google, o meu bom fiel amigo. :p

Tenho 3001 caras e 4300 rostos

Somos aquilo que queremos, e acima de tudo, somos aquilo que nos apetece deixar transparecer. Acho que não há duas pessoas que me conheçam da mesma maneira. Tenho 3001 caras, 4300 rostos, poucas são as pessoas a quem permito que me conheçam realmente. Sempre fui um elitista de um raio, para permitir que alguém simplesmente espreite o que sou, tem de ser realmente alguém que para mim seja interessante. Devo passar por arrogante, muitas e muitas vezes, mas simplesmente não tenho paciência, nem carácter para aturar quem não acho interessante enquanto pessoa.
Umas boas mamas e um bom rabo despertam muito interesse, mas confesso que uma mente cativante comigo faz milagres. Sempre me conheci assim, sempre fui mais de apreciar a ideia por detrás de um quadro, do que propriamente a pintura final.

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