Reflexão


Sou só eu a achar, que o governo cortou pouco nos funcionários públicos e que deveria era ser cortado, todo o 13º mês e que o salário mínimo, deveria ser a base de todos os ordenados dos funcionários públicos, sendo que partindo deste patamar, apenas seria mais elevado tendo em conta a produtividade dos mesmos?

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14 Comentários

  1. Sim, é isso mesmo, é isso mesmo!

    Depois começamos a andar todos armados no meio da rua, porque ninguém se vai arriscar a defender o comum cidadão se isso lhe render o mesmo que ser cantoneiro! Ninguém vai querer ser lixeiro, se ganhar o mesmo que um administrativo.


    Vai mas é trabalhar, que de certeza que não te pagam para reflectir.

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  2. Sim, és só tu. Acho até que és um bocado retardado, não?

    E que tal seres atendido no hospital por um médico que só ganhasse o salário mínimo? Hem? Talvez ele te fizesse uma lobotomia completa e só pagavas 50%,boa?

    Maria (não sou funcionária pública).

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  3. Não deves ser funcionário público de certeza, visto que o comentário que teceste sobre a classe, para além de ser completamente preconceituoso, generalista e errado, enfoca na mesma ideia que se tinha há coisa de 20 anos em que se achava que ser funcionário público consistia em passar metade do dia a jogar às cartas e a outra metade a fumar à janela, ou semelhante.

    Agora vamos fazer um exercício:
    Imagina uma família com 4 pessoas. Um dos elementos do casal está desempregado ou tem algum género de pensão por invalidez, que são coisas para render uns 200 euros mensais se a invalidez for grave, os outros dois elementos são menores, estudantes, e a única fonte de rendimento de toda a família é o outro elemento do casal que por azar é funcionário público.

    O que achas de lhe retirar TODO o 13º mês?
    Hum o que achas?
    Que tal diminuir-lhe ainda mais o ordenado, também afinal os menores são filhos de um funcionário público, podem começar já desde tenra idade a acartar baldes de massa na construção civil, há que cortar os sonhos a essa gentinha filha de funcionários públicos, eles não precisam de estudar, nem de se especializar em porra nenhuma, aliás nem de comer.

    Se calhar o melhor era mesmo retirar TODO o rendimento aos funcionários públicos e mandá-los trabalhar de graça, para aquecer, porque essa sim seria uma medida correcta. Quer dizer, ao menos seria uma medida que os anões mentais aplaudiriam de barriga cheia.

    Ele diz e Ele mais valia estar calado.

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  4. sou só eu a achar que se aplicassem um imposto extra a gentinha mentecapta como o senhor, talvez não fosse necessário cortar no subsídio de natal das pessoas que realmente se matam a trabalhar?

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  5. mas que LOL tão grande. Experimenta ir estudar 6 anos a pagar 1000 euros de propinas por ano pra depois ires ganhar o ordenado mínimo + produtividade. A sério, faz isso, e depois manda as postas de pescada.

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  6. Claro, os funcionários publicos nem são pessoas. Era metê-los a todos num saco e mandá-los ao mar. E as familias? Eh pá, amanhem-se. Tudo para o saco, mas essa gente interessa a alguém?

    As pessoas esquecem-se é que os funcionários públicos vão desde as bailarinas do CNB até aos melhores cirurgiões portugueses. E quando se fala em função pública, não estamos só a falar do gajo das finanças que leva o dia no facebook, nem na da segurança social que é uma besta.

    Generalizações levam a injustiças graves. Se têm tantos problemas com a função pública, avaliem as pessoas e vejam exactamente quem não produz e mande-se embora quem não faz nada. Mas não podem fazer presunções dessas.

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  7. Cantoneiro disse... Eu sou Cantoneiro, vencimento base 485,00,queres ser meu amigo? Se quiseres ofereço-te uma picareta e uma pá no Natal! Queres?

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  8. Olá. Adorei aqui. Já estou seguindo.

    Te convido para interagir no Blog da Michele
    http://michele-dos-santos.blogspot.com/

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  9. E quem é que avaliava essa produtividade? os crânios que, como tu, não são funcionários públicos? e quanto é que se pagava aos avaliadores? o mesmo? e que estatuto teriam esses avaliadores? de funcionários públicos?
    E a avaliação seria qualitativa ou quantitativa? Um cirurgião ganharia consoante o número de operações realizadas ou com a qualidade delas, avaliada na qualidade de vida que o paciente viesse a recuperar ao fim de cinco anos?
    Concordo com quem disse que o melhor é deixares-te de reflexões...

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