Primavera

A balbuciar palavras assim me sinto, qual poeta com papel mas sem saber o que escrever, viver. Assim entre pensamentos repetidos dou por mim a voltar ao mesmo, qual ciclo vicioso que promete a esperança matar, essa que deveria morrer ao sabor do inverno, mas nem com a primavera a despertar se encerra num ciclo que a viu nascer.
Sim, é para ti que falo, tu que me escutas sem saber, que me tens em memórias a desfazer, por entre raios de claridade, humanidade, essa que volta sempre a cometer, aquilo que a motiva a fazer das fraquezas do pensamento enlouquecer, pára de escrever, aquilo que não queres ler, sim apenas absorver, numa manhã irá desaparecer assim como suavemente entrou, vou! Mas segue-me para onde eu vou, bruma pálida de prazer, esse que me faz querer parar como comecei, ponto já o dei, quando irá efectivamente o ser?

Delírios de quem nunca fui...

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